sábado, 3 de julho de 2010
Estudantes de Pedagogia (FACED/UFBA)falando sobre Pedofilia na Web
Esse vídeo foi produzido por estudantes do curso de pedagogia da UFBA(Universidade Federal da Bahia.Esse trabalho faz parte da disciplina Educação e Tecnologias Contemporâneas, orientado pela docente Salete Cordeiro.
Equipe:
Alice Araújo
Claudiane Dantas
Lana Borges
Michele Alves
Rosangela Caires
Sueli Camelo
Inclusão Digital..um trecho do meu artigo para a disciplina tecnologias contemporâneas
Inclusão Digital Versus Exclusão Digital
O termo “inclusão digital” tem sido utilizado somente para distinguir situações de desigualdade no acesso à Internet (o “provimento assimétrico na sociedade de instrumentos de acesso a serviços na web”), recentemente a expressão vem sendo mais bem lapidada, tendo sua abrangência ampliada. Atualmente, ela é empregada para indicar “falhas no provimento pelos governos de acesso universal a serviços de informação e comunicação, indistintamente a todos os cidadãos”.
Inclusão digital é o “processo de alfabetização tecnológica e acesso a recursos tecnológicos, no qual estão inclusas as iniciativas para a divulgação da Sociedade da Informação entre as classes menos favorecidas, impulsionadas tanto pelo governo como por iniciativas de caráter não governamental”.
O agravamento do quadro de desigualdades no acesso às tecnologias digitais tem acarretado debates acalorados entre especialistas a respeito da necessidade da adoção de políticas públicas orientadas para a infoinclusão como instrumento de desenvolvimento das nações mais pobres. Hoje em dia, almejar desenvolvimento nacional sem contar com acesso de qualidade à Internet e às TIC equivale ao que seria uma suposta tentativa de industrialização no século XIX sem contar com fontes de energia suficientes. Segundo essa analise , não há mais como se falar em assegurar saúde, educação, água, eletricidade e segurança às populações de forma dissociada do desenvolvimento tecnológico. Isso porque um país que não possui economia fundamentada nas tecnologias da informação jamais conseguirá gerar recursos de forma sustentável para suprir as necessidades básicas da sua população.
Além disso, tanto o nascimento como a expansão da rede mundial de computadores tenham se dado sobre o comando dos países desenvolvidos, a sua estrutura tecnológica e de conteúdo teria sido moldada de forma praticamente irreversível. Aos que vêm sendo inseridos à rede, cumpriria apenas compreender essa estrutura, com poucas possibilidades de modificá-la substancialmente. Sem falar que, nessa Sociedade da Informação, não existe interesses na criação de oportunidades e na geração de empregos para a grande maioria da população, ou seja, apenas para uma minoria cada vez mais privilegiada e beneficiada. Então, esse abismo que separa os países pobres e ricos, zonas rurais e urbanas, tenderia a se aprofundar de forma crescente.
Ao falar em exclusão sócio-econômica, contribui para a exclusão digital. A inclusão digital deveria ser fruto de uma política pública com destinação orçamentária a fim de que ações promovam a inclusão e equiparação de oportunidades a todos os cidadãos. Sendo assim, é de extrema importância levar em conta indivíduos com baixa escolaridade, baixa renda, com limitações físicas e idosas. Deveriam existir ações prioritárias voltada às crianças e jovens, pois constituem a próxima geração.
sábado, 19 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Inclusão Digital
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, decreta desde 1996, a necessidade da “Alfabetização Digital”em todos os níveis de ensino, do fundamental ao superior, o censo escolar do Ministério da Educação (MEC), realizado em 1999,relatou que apenas 3,5% das escolas de ensino básico tinham, naquele ano, acesso à internet, e cerca de 64 mil escolas do país não tinham sequer energia elétrica.Vale salientar, que nos últimos anos, essa situação apresentou algumas mudanças, como iniciativas governamentais a nível federal, estadual e municipal, além de apoios privados e do terceiro setor, porém a exclusão digital nas escolas brasileiras infelizmente ainda é grande.
Tecnologia da Informação e Comunicação
Chamam-se de Novas Tecnologias de Informação e Comunicação (NTICs) as tecnologias e métodos para comunicar surgidas no contexto da Revolução Informacional, "Revolução Telemática" ou Terceira Revolução Industrial, desenvolvidas gradativamente desde a segunda metade da década de 1970 e, principalmente, nos anos 1990. A imensa maioria delas se caracteriza por agilizar, horizontalizar e tornar menos palpável (fisicamente manipulável) o conteúdo da comunicação, por meio da digitalização e da comunicação em redes (mediada ou não por computadores) para a captação, transmissão e distribuição das informações (texto, imagem estática, vídeo e som). Considera-se que o advento destas novas tecnologias (e a forma como foram utilizadas por governos, empresas, indivíduos e setores sociais) possibilitou o surgimento da "sociedade da informação". Alguns estudiosos já falam de sociedade do conhecimento para destacar o valor do capital humano na sociedade estruturada em redes telemáticas.
A Educação escolar não sofrerá as alterações estruturais e significativas de que tanto precisa. As alterações ocorridas a partir dos avanços da tecnologia invadem o nosso cotidiano. As facilidades de comunicação e informação traduzem-se em mudanças irreversíveis nos comportamento pessoais e sociais.Que o ensino objetive a aprendizagem através do envolvimento integral do aluno: o racional e o emocional; a análise lógica e o lado do imaginário e do intuitivo; o, apenas, de substituir o professor ou o livro pelo audiovisual e sim de utilizar o , melhor dos recursos para conversas orientadas, para “viagens imaginárias” no mundo do conhecimento, a imagem e o som; a ação, a presença, a conversa, a interação, o desafio, a exploração de possibilidades, o assumir de responsabilidades, o criar e refletir juntos sobre a criação.Não se trata então, apenas, de substituir o professor ou o livro pelo audiovisual e sim de utilizar o , melhor dos recursos para conversas orientadas, para “viagens imaginárias” no mundo do conhecimento.
Cibercultura..
sexta-feira, 11 de junho de 2010
A revolução do internetês
Simplificação da grafia e uso de símbolos aplicam liberdade da fala à escrita; efeito sobre a sintaxe dos jovens pode não ser catastrófico como se imagina | |
Por Silvia Marconato
Vc jah viu exe tipo de texto? Pois eh, ixo eh o internetes... ou melhor, o internetês. Essa forma de expressão grafolingüística explodiu principalmente entre adolescentes que passam horas na frente do computador no Orkut, em chats, blogs e comunicadores instantâneos em busca de interação - e de forma dinâmica. No Brasil, um batalhão de 15 milhões de usuários troca 500 milhões de mensagens por dia por meio do Messenger (MSN), o comunicador instantâneo da Microsoft. - O brasileiro adere fácil à tecnologia; é um povo muito aberto à comunicação - explica Priscyla Alves, gerente de produtos, comunicação e marketing para Brasil e América do Sul da Microsoft. O Ibope/NetRatings divulgou em janeiro que o internauta brasileiro continua sendo o campeão mundial da navegação, com uma média de 17 horas e 59 minutos, deixando para trás Estados Unidos, Japão e Austrália. Essa ansiedade do brasileiro por contato já foi alvo de estudo de Anne Kirah, uma antropóloga americana que vive em Paris e ajuda a Microsoft a desenvolver produtos. Numa de suas pesquisas, Anne conviveu por semanas com famílias de adolescentes brasileiros. Chamou sua atenção a tendência de o interneteiro no Brasil ter, em geral, permissão para sair só uma vez por semana. A antropóloga concluiu que o nosso adolescente usuário do computador faz das ferramentas on-line uma extensão da vida social. Na frente do monitor, marca encontros, mantém viva a emoção do fim de semana e estreita laços com novos amigos. A linguagem que pontua tal dinâmica social é o internetês. Integrados à tecnologia e com acesso fácil a computadores e conexões de banda larga (62% dos nossos internautas a usam), os jovens buscam respostas rápidas, proximidade com seus interlocutores e nutrem a expectativa de aproveitar cada momento de diversão. A ansiedade por contato teria estimulado, assim, o hábito de escrever mensagens e a busca de novas formas de expressão ligeira e funcional. No pacote, vieram a simplificação da linguagem e a farta eliminação de vogais. |
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Copa do Mundo da FIFA 2010 terá tecnologia 3D pioneira
Pela primeira vez na história da Copa do Mundo da FIFA, as partidas do torneio serão transmitidas por meio de tecnologia 3D de última geração. A FIFA anunciou hoje, 3 de dezembro de 2009, que assinou um contrato de direitos de mídia com a Sony, Parceira Oficial da FIFA, para transmitir imagens em 3D de até 25 partidas da Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010. Para tanto, a FIFA utilizará os conhecimentos mais avançados na área de imagens tridimensionais em conjunto com a tecnologia e o know-how da Sony.
Com este acordo pioneiro, os telespectadores que assistirem às partidas em produtos 3D da Sony poderão desfrutar de uma impressionante rapidez e clareza visual como se estivessem no próprio campo. A FIFA está estudando a possibilidade de oferecer direitos ao vivo nos próximos meses.
"O torcedor é transportado a uma dimensão completamente nova como telespectador com o nascimento de uma nova era da transmissão esportiva", afirmou o secretário-geral da FIFA, Jérôme Valcke. "Temos o orgulho de saber que a Copa do Mundo da FIFA será uma plataforma para o progresso da tecnologia e da experiência do telespectador e a verdadeira sorte de ter a Sony como parceira nesta iniciativa."
"A transição ao 3D já está em andamento, e nós da Sony pretendemos liderar em todos os aspectos", disse o chairman, CEO e presidente da Sony Corporation, Sir Howard Stringer. "O nosso patrocínio à Copa do Mundo da FIFA nos permite utilizar a nossa tecnologia 3D de ponta e os nossos produtos de primeira categoria com conteúdo fascinante para proporcionar que o telespectador tenha uma experiência totalmente nova e irresistível. Os telespectadores em 3D no mundo todo terão a sensação de que estão dentro dos estádios na África do Sul, assistindo às partidas pessoalmente."
A Sony Pictures Entertainment produzirá e distribuirá o filme oficial em 3D da Copa do Mundo da FIFA África do Sul 2010 após o evento.
